sábado, 25 de junho de 2016

Bolsonaro e a violência contra a mulher na política

Ação contra deputado é exemplo de como as mulheres são desrespeitadas e agredidas mesmo dentro de um ambiente institucional democrático.

O papa e os casamentos superficiais: "É melhor viver juntos"

O Papa assinalou que a maioria dos matrimônios sacramentais “é nula” enquanto advertiu os jovens de que não devem casar apenas porque deixaram a “menina grávida”.
Francisco assinalou que casar só pela gravidez é uma coisa que não se deve fazer, “porque talvez não sejam livres”. Neste sentido, convidou para esperar. “Eu vi casais que após dois ou três anos se casaram e os vi entrar na igreja: papai, mamãe, com a criança na mão, mas sabiam bem o que estavam fazendo”, lamentou.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Festa Junina na Pastoral

Na tarde do dia 24 de  junho, aconteceu na Pastoral da Mulher de BH (unidade Oblata em MG), com muita união, confraternização e animação , a nossa tradicional Festa Junina.

Prostituição: por que homens ainda pagam por sexo?

Na era da liberdade sexual, saiba os motivos para os homens ainda procurarem sexo através da prostituição.

Filme aborda cultura do estupro, respeito às vítimas e justiça

Quando há pobres envolvidos, a polícia não busca a verdade, busca culpados'

Já nos primeiros minutos de Paulina é possível sentir que as convicções políticas e sociais são os verdadeiros protagonistas do novo filme de Santiago Mitre, que estreou nesta quinta-feira nos cinemas brasileiros. 

"Minha mãe morreu na mão de um companheiro", diz vítima de violência doméstica

A manicure Adriana Bahia, 38, procurou a 35ª DP (Campo Grande) na segunda-feira (13) após ser agredida pelos ex-sogros e só saiu de lá mais de cinco horas depois, com o BO (Boletim de Ocorrência) em mãos. Ela conta que, depois que a mãe morreu assassinada por um ex-companheiro, decidiu que nunca iria deixar uma agressão passar em branco.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Visita dos Seminaristas à Pastoral


Durante esta semana grupos de seminaristas estão visitando e conhecendo a missão e atividades da Pastoral da Mulher de BH(Unidade Oblata em MG).

Visita dos alunos de Direito da Unifenas

 Esta semana tivemos a visita de estudantes do curso de direito, 3º Período na universidade Unifenas, campus Pampulha.

Preparando a festa junina


Já estamos preparando a Festa Junina deste ano, que será realizada no dia 24 de junho, sexta feira, no Cantinho da Paz , sede da Pastoral da Mulher. 

“Os Desejos dos Outros”: tráfico, escravatura, prostituição, libertação

Kajol foi vendida a um bordel pela família do marido
Kajol não se lembra sequer quantos anos tem, mas o que não esquece é o dia em que a família do marido a vendeu e foi parar a um bordel. Asma nasceu e cresceu num bordel, onde em criança já dançava para os clientes. Com 14 anos começou a sua atividade de trabalhadora sexual. Meghla tinha 12 anos quando um homem lhe prometeu um trabalho bem pago, longe da sua aldeia. 

O machismo na prostituição feminina

O assunto envolve moral, comportamento, religião, é difícil de assimilar e polêmico. A legalização pode ser complexa de aceitar, mas fazer uso desse serviço é uma prática recorrente, de fácil acesso, embora, às escondidas pelo usuário.

“As favelas têm culturas locais. Não posso fazer uma leitura moralizante”

Entrevista : Cristina Fernandes, psicóloga especializada em abuso de crianças e adolescentes: “As favelas têm culturas locais. Não posso fazer uma leitura moralizante”. Psicóloga explica: "Temos que ter cuidado para não criminalizar a pobreza e as favelas"

quarta-feira, 22 de junho de 2016

O feminismo como um ideal de liberdade e igualdade, e a visão crítica à prostituição

Visibilizar as estruturas de dominação de gênero, raça, classe, e levar em consideração a experiência das mulheres fazem parte de pensar uma visão da sexualidade feminista que não seja acrítica às formas como o mercado e o patriarcado expropriam, simbolizam, normatizam o corpo das mulheres.

Regulamentar pra quê? (Ou: "Que mais essas prostitutas querem?")

Mas se o trabalho sexual já consta da CBO, por que precisa regulamentar?”

O estupro coletivo das mulheres acontece todos os dias

As mulheres são violentadas todos os dias, física ou emocionalmente. São violentadas pela socialização, quando os pais descobrem o sexo de um bebê ainda na barriga da mãe e fazem um enxoval rosa, com direito a brincos para identificar a criança como menina na saída da maternidade.

terça-feira, 21 de junho de 2016

A genealogia de um estupro

"Como um discurso recorrente na nossa cultura, repetido para os meninos, criou uma sociedade dividida e extremamente machista", escreve Maria Lucia Homem, psicanalista e autora do livro No limiar do silêncio e da letra.

Crise no Rio ameaça funcionamento dos centros de atendimento às mulheres vítimas de violência

A crise econômica que vive o Brasil e especialmente o Estado do Rio de Janeiro, que decretou estado de calamidade pública nesta sexta-feira, ameaça a rede montada ao longo dos anos para atender as mulheres vítimas de alguma violência, seja ela física, sexual ou psicológica. 

Mulher amamenta e é xingada de ‘prostituta’ e ‘nojenta’ por homem em loja

Uma mãe amamentava seu bebê na área de alimentação de uma loja quando foi surpreendida com a reação extrema de um homem: “Você não pode fazer isso em outro lugar?”, perguntou. Jessie Maher respondeu que estava amamentando seu filho e que tinha o direito de estar ali, mas ele se irritou ainda mais e aumentou o tom de voz, enquanto se aproximava da mesa dela. 

“Funk: entre o santo e o profano, prefiro o empoderamento da mulher”

Marielle Franco crítica à culpabilização do Funk pela mídia no recente caso do estupro coletivo de uma menina de 16 anos, como fez o colunista d’O Globo Artur Xexéo no dia 5 deste mês: “A omissão da cultura do estupro é uma estratégia para que esta não seja encarada como algo real a ser combatido de fato. Responsabilizar o funk sobre qualquer violência social (…) reforça os estereótipos contra a favela e a juventude que o curte”, afirma Marielle, que conclui: “A igreja não me tornou uma santa e o funk não me tornou uma puta.

Alunas relatam machismo e assédio de professores na USP

Alunas denunciam assédio na Faculdade de Economia da USP em Ribeirão Preto, SP (Foto: Reprodução/Facebook)

Página na internet tem depoimentos sobre atitudes consideradas machistas.  Ação é tentativa para mudar comportamento preconceituoso, diz professora.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Garota de programa tem infarto ao descobrir que o novo cliente era seu marido

 Mulher casada que ia fazer programa quase morre ao descobrir que o cliente era o próprio marido.

Marca de luxo da Via Veneto é responsabilizada por trabalho escravo

 
Catálogo (à esquerda) mostra roupa com a mesma estampa encontrada na oficina (à direita). Foto: Montagem (Piero Locatelli e MTPS)
Bolivianos trabalhavam mais de 12 horas por dia e viviam em condições degradantes em oficina onde costuravam roupas da marca Brooksfield Donna, pertencente à Via Veneto – responsabilizada pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social por trabalho análogo ao de escravo. A empresa nega envolvimento. Entre os trabalhadores, foi resgatada uma jovem de 14 anos. Leia a íntegra da matéria de Piero Locatelli, para a Repórter Brasil, sobre o caso.

Os refugiados invisíveis das favelas do Rio

Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. MARCELO HORN/ GERJ
Milhares de famílias que vivem em comunidades do Rio têm de deixar suas casas devido ao assédio sexual de traficantes.
"Sua filha é minha. Eu vou cuidar dela".  Estas poucas palavras, que saíram da boca de um traficante da favela de Acari, na zona norte do Rio de Janeiro, fizeram Pedro* largar tudo o que tinha do dia para a noite.

A história de Sofia: o cruel labirinto do estupro na favela

Ela sofreu abusos durante sua adolescência. Depois descobriu que sua filha de 12 anos sofria o mesmo
Sofia* sofreu um baque quando descobriu há dois anos que a sua filha Laís*, então com 12, vinha sendo abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis. Jamais desconfiou de seu então marido, mas imediatamente decidiu se separar e denunciar o caso para a polícia.

Garçom grava clandestinamente uma mulher no banheiro. Clientes do bar ficam ao lado dele

Mulher que denunciou garçom por gravá-la no banheiro de um bar do Rio. M. M.
Com uma flor vermelha na orelha e o cabelo loiro e solto, Beatriz* terminava de se arrumar no banheiro do bar Tipicamente, na zona sul carioca. Colocou o batom, ensaiou alguns penteados, esticou o casaco e, quase sem querer enxergou através do espelho uma mão que entrava por uma fresta no alto da porta e segurava um celular. Estava sendo gravada. “É a violação da coisa mais básica, que é ir no banheiro de um bar e você é totalmente invadida”, lamenta a mulher de 35 anos.

domingo, 19 de junho de 2016

Quem é para nós?

Temos escutado o mandato de Jesus de sair pelo mundo a curar? Não basta predicar os Seus milagres. Também hoje temos de curar a vida como o fazia Ele, aliviando o sofrimento, devolvendo a dignidade aos perdidos, curando feridas, acolhendo os pecadores, tocando os excluídos. Onde estão os Seus gestos e palavras de alento aos derrotados?