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sexta-feira, 3 de março de 2017

Caso Bruno e o Feminicídio: é preciso entender que a mulher não é culpada

Goleiro Bruno Fernandes. Foto: Marcelo Albert/TJMG
A saída do goleiro Bruno da prisão é um instrumento significativo para discussão sobre o feminicídio. E tratando não apenas dele, assassino confesso, mas também da relação enigmática entre as mulheres e os homens que cometem crimes contra elas.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Contra o feminicídio, mulheres tomam as ruas na América Latina

"Entre guarda-chuvas e silêncio", escreveu o jornal Clarín, sobre o protesto que reuniu milhares de mulheres.As manifestações foram motivadas por um dos feminicídios mais brutais já registrados na Argentina. Lucía Pérez morreu, aos 16 anos, em um caso que foi classificado pela juíza responsável pelas investigações como "uma aberração desumana".

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Por que falamos de feminicídios?

“Não banalizemos os conceitos. Isto não é uma investida das mulheres sobre os varões, mas sobre o patriarcado como um sistema cruel que também os oprime, ainda que pareça lhes dar privilégios. É impossível construir igualdade em um sistema que naturaliza sobre as diferenças sexuais a desigualdade política e de direitos”, escreve a diretora do Observatório de Gênero na Justiça (Buenos Aires), Diana Maffía, ao problematizar o conceito de violência de gênero.

terça-feira, 17 de maio de 2016

O primeiro gesto do papa em relação às mulheres

O que aconteceria se o diaconato feminino, uma vez instituído, desencadeasse uma forte e radical demanda do sacerdócio feminino, de se ter sacerdotisas? Essa, sim, seria uma verdadeira revolução para o catolicismo, uma subversão da tradicional estrutura autoritária patriarcal de governo da Igreja.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Nós precisamos do feminismo

O machismo é assustador. Causa medo, pânico, oprime, violenta, causa dor, causa morte, é um dos retratos mais cruéis do patriarcado na formação dos espaços sociais. Não é a toa que sempre vemos estampados nas capas dos periódicos casos brutais de feminicídios que cerceiam a vida das mulheres.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Taxa de feminicídios no Brasil é quinta maior do mundo

No Brasil, a taxa de feminicídios é de 4,8 para 100 mil mulheres – a quinta maior no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Em 2015, o Mapa da Violência sobre homicídios entre o público feminino revelou que, de 2003 a 2013, o número de assassinatos de mulheres negras cresceu 54%, passando de 1.864 para 2.875.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Você conhece a Lei do Feminicídio?

Nascida da pressão popular, que vem reagindo fortemente aos casos de assassinatos de mulheres no país (o Brasil ocupa o 5º lugar nesse triste ranking mundial), a chamada Lei do Feminicídio foi aprovada há um ano, quando o número de assassinatos de mulheres chegou a 13 casos por dia – um aumento de 9% na última década.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Feminicídio no campus

Louise Ribeiro, morta pelo ex-namorado Vinicius Neres

Louise Ribeiro morreu do jeito que morrem as mulheres em casa ou pelos amores – ela foi assassinada por um colega de curso que se apresenta como ex-namorado. Louise foi vítima de feminicídio, uma palavra nova para representar práticas antigas e entranhadas na cultura patriarcal brasileira: a explicação do matador confesso é que não suportava o fim do relacionamento afetivo e um ímpeto feroz o assombrou ao reencontrá-la.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Feminicídio: “Estupros eram no escuro, no beco; agora são coletivos, em público”

Secretária nacional de enfrentamento à violência, Aparecida Gonçalves analisa aumento da crueldade contra a mulher e um ano de lei do feminicídio

Um crime bárbaro chocou o Brasil em 2015: quatro adolescentes foram brutalmente agredidas, estupradas e depois amarradas por quatro rapazes. O caso ficou conhecido como estupro coletivo de Castelo do Piauí. Danielly Rodrigues, de 17 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu algum tempo depois.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Feminicidio: STJ aumenta pena de ex-goleiro Bruno por sequestro de Eliza Samudio

STJ (Superior Tribunal de Justiça) acatou parcialmente recurso do Ministério Público do Rio de Janeiro e aumentou a pena aplicada ao ex-goleiro Bruno Fernandes pelo sequestro, lesão corporal e constrangimento ilegal de Eliza Samudio, sua ex-amante.

sábado, 20 de junho de 2015

A campanha “Ni Una Menos” e por que não temos uma marcha contra o feminicídio no Brasil?

Acredito que no Brasil não há mobilização popular para uma marcha como a “Ni una menos”. Não só por estarmos mergulhados num profundo momento conservador e pelas pessoas ainda não reconhecerem o problema da violência contra a mulher como responsabilidade de toda sociedade, mas também porque vivemos um período de grande despolitização, exclusão social e banalização da violência, para os quais só há ódio gratuito e soluções encomendadas como receita de bolo.