O Instituto Terra Trabalho e Cidadania (ITTC) realizará,
nesta quarta-feira (5,) um debate sobre a relação das mulheres com o uso e o
tráfico de drogas. O encontro será às 18h no auditório da Secretaria Municipal
de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), no centro de São Paulo. Entre os temas
da conversa estão a distinção entre traficante e usuária e por que o número de
mulheres presas por tráfico tem aumentado significativamente nos últimos anos.
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quarta-feira, 5 de junho de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Para entender os efeitos do crack e a polêmica da internação compulsória
Entrevista com Ana Cecília Marques(*)
Precisamos de uma
rede. Não adianta só internar. Em determinado momento, o dependente sairá da
internação, não é? E aí? Aonde irá? Quem irá ajudá-lo a cuidar dessa doença
crônica depois? Afinal, estamos falando de uma doença crônica, quer dizer,
incurável.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Abrigar, isolar ou tratar os dependentes de drogas?
"O tratamento para dependentes de droga requer uma equipe
interdisciplinar de saúde capacitada para as especificidades desse
atendimento", afirma Ivone Stefania Ponczek, psicanalista e diretora do
Nepad (Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas) da
Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Ela pergunta: "Por que as pessoas, sobretudo as mais
desamparadas, estão se drogando tanto?" Segundo ela, "o governo tem
que intervir em saúde, educação, prevenção e numa distribuição de renda mais
justa".
terça-feira, 21 de agosto de 2012
O Crack e a mulher
"O usuário masculino tornou-se, em geral, um transgressor. Ele rouba para comprar a pedra. Não é um profissional do crime. Diante disso, com sua inexperiência, é facilmente preso e acaba criando um problema para o tráfico, que perde um cliente em potencial, na maioria das vezes já devedor da droga que consome. Quando a mulher é inserida no submundo do crack, ela passa a ser linha de frente, pois o risco de ser presa é bem menor. Ao invés de roubar, ela vai vender o seu corpo".
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Crack aumenta casos de violência contra a mulher
Por 15 anos, Maria, de 44 anos, dividiu sua casa com quem
achava ser o homem da sua vida. Juntos, tiveram dois filhos – além da mais
velha dela, que ele ajudou a criar. Apesar de quieto, o hoje ex-marido nunca havia lhe tratado mal. Até que as coisas mudaram.
Ou melhor, as drogas mudaram o homem, e
ele ficou agressivo. Maria foi espancada, duas vezes, por aquele que acreditava
ser o amor de sua vida. E, por pouco, não morreu.
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