quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Elas vão à luta

Mulheres ocupam as ruas e as redes sociais para protestar contra perda de direitos e denunciar abusos.

Primeiro, uma onda de repúdio e de relatos de assédio tomou conta da internet depois que homens publicaram comentários com conotação sexual sobre uma integrante de reality show de 12 anos. Nos últimos dias, foi a vez de milhares de mulheres reagirem nas ruas contra projeto do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que dificulta o aborto para vítimas de estupro. Houve atos no Rio, São Paulo, Belo Horizonte e em outras quatro capitais. Para ativistas, protestos como os registrados recentemente são uma mostra de maior organização e força dos movimentos feministas no país e a expectativa é de novas mobilizações. "Foi dada a largada, a gente agora espera crescer", diz a professora Sara Azevedo, integrante de um coletivo da capital. Na avaliação de grupos organizados, há outras propostas que interferem nos direitos das mulheres e devem ser combatidas, entre elas o novo Estatuto da Família.

Fonte: Estado de Minas

Um comentário:

Luciano Silva disse...

O estupro deve ser repudiado ,combatido e punido.Mas, não podemos aceitar o aborto.
Mais respeito às mulheres.Mais valor à vida humana ,dentro e fora do útero.