quarta-feira, 17 de julho de 2013

Bancada feminina vai discutir a proposta de regulamentação da profissão de prostituta

As deputadas discutiram ontem a proposta de regulamentação da profissão de prostituta (Projeto de Lei 4211/12). O texto, do deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), garante aos profissionais do sexo o acesso à saúde, ao direito do trabalho, à segurança pública e, principalmente, à dignidade humana, tirando a profissão da marginalidade.


Bancada feminina da Câmara se reuniu nesta terça-feira, entre os assuntos em pauta estava a reforma política e a campanha de filiação partidária.

Segundo a deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), a reforma política é a principal reivindicação da bancada. “Sem financiamento público de campanha, sem lista fechada e paridade [entre candidatos homens e mulheres], esse parlamento vai continuar sendo masculino e branco e não colocará como prioridade as políticas públicas que defendemos”, afirma.

As deputadas também discutiram a proposta de regulamentação da profissão de prostituta (Projeto de Lei 4211/12). O texto, do deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), garante aos profissionais do sexo o acesso à saúde, ao direito do trabalho, à segurança pública e, principalmente, à dignidade humana, tirando a profissão da marginalidade.

De acordo com a proposta, considera-se profissional do sexo toda pessoa capaz e maior de 18 anos que, voluntariamente, presta serviços sexuais mediante remuneração. O pagamento pela prestação dos serviços será exigível juridicamente a quem os contratou. Os profissionais também terão direito a aposentadoria especial com 25 anos de serviço.


Fonte: Agência Câmara

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