terça-feira, 28 de julho de 2015

Persistem o tráfico de mulheres e a prostituição infantil na Ásia

O tráfico de mulheres, a maior parte provenientes de países limítrofes – como Birmânia, Camboja ou Laos – continua lotando os prostíbulos tailandeses, onde essas pobres vítimas, muitas vezes menores de idade, são mantidas como escravas.

Na região, existe uma grande rede transnacional de tráfico em direção e da própria Tailândia, declara numa nota enviada à Agência Fides a responsável de uma organização que se ocupa da proteção dos direitos das mulheres e das crianças, que denuncia abusos verificados num prostíbulo que se encontra na província de Suphanburi, no nordeste de Bangcoc.
Em ambientes insalubres, as mulheres, entre 13 e 20 anos, eram obrigadas a se prostituir por meses com a promessa de um trabalho na Tailândia que as libertaria da pobreza de seu país de origem.
No mês de junho, a polícia de Bangcoc realizou uma ação dentro de um local de má fama, conseguindo libertar algumas jovens menores de idade. Infelizmente, agravam o fenômeno a corrupção das autoridades, a falta de cooperação entre a Administração e o setor privado e as leis controvertidas do país. Embora seja ilegal, a prostituição é uma prática aberta e até mesmo protegida pelos funcionários corruptos locais.

Fonte: Agência Fides

Nenhum comentário: